PIX, CLT e CNPJ vão entrar na conta do MEI - entenda agora!
🚨 MEI em 2025 e 2026: Novas Regras Podem Pegar Você de Surpresa! Entenda Tudo Antes Que Dê Problema
Se você é MEI, já sabe: empreender no Brasil é quase como estar em um jogo de videogame — cada fase vem com regras novas, inimigos surpresa e itens escondidos.
E em 2025 e 2026 as regras do jogo mudaram de verdade.
A Resolução CGSN nº 183/2025 trouxe mudanças que afetam diretamente o seu limite de faturamento. E se você não estiver acompanhando isso de perto, pode acabar ultrapassando o teto sem nem perceber.
Mas calma! Respira aí.
A gente vai te explicar tudo do zero, de forma simples, sem “contabilês”, com exemplos claros e direto ao ponto.
🎯 O Que Realmente Mudou?
A partir de agora, tudo que você recebe ligado à sua atividade profissional conta como faturamento do MEI.
Sim, TUDO.
E quando eu digo tudo, é tudo mesmo:
✔ PIX que caiu na sua conta pessoal
✔ Transferências bancárias
✔ Dinheiro recebido no CPF por trabalhos relacionados ao seu MEI
✔ Salário CLT "se você faz a mesma atividade do MEI dentro da empresa onde trabalha"
✔ Pagamentos que deveriam ser PJ e vieram como pessoa física
Ou seja: se é renda relacionada à sua atividade profissional, entra na soma.
🤯 Mas por quê essa mudança?
Porque antes já existia a regra, só que não estava tão clara. A Receita já considerava isso nas fiscalizações.
Agora virou norma oficial. E com isso:
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Acaba a interpretação dúbia
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Aumenta o rigor
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E o cruzamento de dados ficou ainda mais afiado
As instituições financeiras passam informações direto pra Receita sem quebrar sigilo bancário.
Ou seja: não tem como esconder ou “passar despercebido”.
⚠ O Perigo Real: Passar do Limite Sem Notar
Muitos MEIs ultrapassam o limite porque:
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Recebem como CPF e não anotam
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Recebem como CNPJ e não controlam
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Misturam grana na conta pessoal
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Não monitoram PIX e transferências
E lembrando:
👉 O limite continua sendo R$ 81.000 por ano
Isso dá uma média de R$ 6.750 por mês.
Passou disso?
A Receita pode desenquadrar automaticamente, e sem aviso.
🧯 Como Evitar Dor de Cabeça? Faça o Desenquadramento Antes
Especialistas recomendam:
Se você percebeu que vai passar do limite, não espera estourar. Faça o desenquadramento voluntário.
Isso evita:
🚫 Impostos retroativos
🚫 Multas
🚫 Cobranças acumuladas
🚫 Caos fiscal
Ao fazer o desenquadramento voluntário, você muda de categoria com segurança, sem dívidas e sem surpresa.
💸 Estourou o Limite? Veja o Que Acontece
👉 1. Ultrapassou até 20%? (Até R$ 16.200 a mais)
Você paga um imposto proporcional ao excesso.
Dói? Dói.
Mas é resolvível e não vira bola de neve.
👉 2. Ultrapassou MAIS de 20%?
Aí complica.
Você terá que pagar impostos retroativos desde janeiro daquele ano inteiro, não importa em que mês você passou do limite.
Esse é o cenário mais pesado financeiramente.
🚀 Vem Aí o “Super MEI”?
Com tantas mudanças, o foco agora está no PLP 60/2025, que já avançou no Senado.
Ele cria o Super MEI, que promete:
✨ Aumento do teto para R$ 140.000 por ano
✨ Inclusão de novas atividades
✨ Menos risco de desenquadramento
✨ Mais fôlego para quem está crescendo
Os especialistas dizem que isso é necessário — o limite atual não acompanha o custo de vida nem a demanda dos profissionais.
Mas atenção:
👉 Nada disso está valendo ainda.
Enquanto não é aprovado, você precisa seguir as regras atuais.
📊 Como se Preparar Para 2026 (Sem Panicar)
A sua missão é simples:
controle financeiro + organização = MEI seguro
Aqui está o checklist oficial para não sofrer:
✔ Acompanhe mensalmente a soma de tudo que recebe (CPF + CNPJ)
✔ Mantenha planilha ou aplicativo atualizado
✔ Monitore entradas via PIX
✔ Fique atento se seu trabalho CLT envolve sua atividade do MEI
✔ Faça acompanhamento com contador se estiver perto do limite
✔ Considere o desenquadramento se ultrapassar a margem
Essa rotina evita multas, retroativos e sustos com a Receita.
🔍 Conclusão: Ficar No Controle Nunca Foi Tão Importante
As novas regras mostram que o MEI precisa, mais do que nunca, ter:
📘 Organização
💰 Controle financeiro
🔎 Olho nas movimentações
⏳ Atenção ao limite anual
A soma de rendimentos de CPF + CNPJ pode pegar muitos de surpresa, mas quem se organiza não passa sufoco.
E enquanto o Super MEI não se torna realidade, o jeito é acompanhar tudo de perto — mês a mês.

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